Tesourinhos meus...

Ontem lembrei-me que há uns anos tinha uma conta numa rede social chamada Hi5. A minha conta ainda existe e lembrou-me que, em dezembro de 2006, eu estava em Budapeste e era assim:


TPC para vocês...

Pedimos emprestada a palavra videoclip ( acho que agora é videoclipe), mas eu penso que nunca vou conseguir deixar de usar a palavra teledisco ( já expliquei a alunos e aos meus filhos o que era e já me entendem).

Isto a propósito de ontem,  em que um aluno meu quis por força mostrar-me um teledisco que sabia que eu ia gostar. Hesitei pois os meus minutos de intervalo (também) passam a correr, mas acedi ao pedido. Quando vi que era uma música dos Dama, respirei fundo duas vezes. Contudo, tenho que dar a mão à palmatória e reconhecer que o puto de onze anos já me conhece um bocadinho...*

* Ou isso ou o facto de talvez eu passar muito tempo a falar-lhes na importância dos idosos na vida deles  (e novembro foi o mês de prevenção contra os maus tratos a idosos).

Vá, hoje é feriado, relaxem um bocadinho e acedam ao meu pedido de tpc para vocês...

10 vestidos a menos de 20 Euros

Bom, bonito e barato não é fácil. Eu prefiro muitas vezes ter apenas um vestido, mas que me assente bem e que eu saiba que vou usar bastante. No entanto, para quem gosta de variar mais, às vezes há boas oportunidades...

H&M- 19.99Euros

H&M- 19.99Euros

H&M- 19.99Euros
H&M- 19.99Euros

H&M- 14.99Euros

Vestido abertura posterior | MANGO
Mango- 12.99 Euros

Vestido reto textura | MANGO
Mango- 19.99 Euros

Vestido assimétrico | MANGO
Mango- 12.99 Euros

Vestido bicolor | MANGO
Mango- 14.99 Euros
Pull&Bear- 15.99Euros


Quem é que precisa de se sentir (mais) bonita?


Por vezes apetece-me ficar mais tempo na cama, vestir a primeira coisa que me aparece, lavar apenas cara e dentes e sair assim. Raramente (acho mesmo que quase nunca ) o faço.
Limpo a pele, hidrato-a, dou uma corzinha com o blush, amacio os lábios com batom e visto algo que me faça sentir bonita...Muitas vezes, basta um colar, um lenço...

Aviso já que não sou uma mulher com uma autoestima elevada. Pelo contrário. Desde nova que sempre achei as outras mulheres muito mais bonitas do que eu...Depois fui amadurecendo, aprendi a cuidar mais de mim e quando iniciei este blogue, tomei a decisão de que iria envelhecer da maneira mais bonita que conseguisse ( e isso implica ser mais linda por dentro e por fora).

Assim, aos quarenta e seis anos, sou hoje uma mulher que cuida mais do seu eu: tento ser a cada dia uma pessoas melhor, valorizo mais os momentos de felicidade e partilha, agradeço mais... Por fora, também mudei: tento cuidar mais do meu corpo, tento ter uma aparência que me faça sentir bem quando me vejo ao espelho, não visto a primeira coisa que está no armário, tento não esquecer um toque de cor no rosto e o sorriso...

Muitas pessoas podem achar isto tudo conversa fiada e futilidades. Eu não penso assim. Eu sou a prova que, aos quarenta e seis, nos podemos sentir mais bonitas e gostar mais de nós do que do que aos vinte anos... Acreditem. Façam-no por vocês. Vai valer a pena!

O humor deles...

Coisas que os meus rapazes acham graça...
Eu encolho os ombros e não percebo a razão destes moços do vídeo se enervarem tanto. Quanto a motivos, eu nem um digo!

Às vezes tenho a mania #31

Viseu é a cidade onde estudei. Viseu é a cidade do Luís e da sua família. Viseu é a cidade onde temos amigos que nunca nos cobram a falta de tempo e que sentimos sempre connosco. Viseu é uma cidade onde me sinto em paz e feliz.
Gosto muito de percorrer as ruas de Viseu, principalmente a parte histórica, que tem um charme muito especial.  Viseu é uma cidade boa para namorar a dois (e nós aproveitámos), para passear em família, para fazer compras (as empregadas das lojas são sempre tão simpáticas). Para além disso, tem  uma gastronomia fantástica e a preços acessíveis.

Nós temos a sorte dos meus sogros morarem bem no pertinho do Rossio, mas há bastante alojamento em Viseu e quem quiser aproveitar o próximo feriado ou as férias de Natal, considere Viseu como destino especial. Eu sinto-o assim.






Pastelaria D. Duarte (Praça D. Duarte)-dos melhores viriatos que comi em Viseu.


A quem interesse:

Abrigo- Massimo Dutti  AW16 
Calças -Salsa
Écharpe- Benetton
Camisa em Crepe- H&M AW16 (aqui)
Top H&M AW16 (aqui)
Botas- Sofia Costa
Mala- Longchamps
Óculos- Mango






Sou eu #1

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Gosto de pensar sobre as coisas... Não raras as vezes, o Luís pergunta-me, quando me vê alheada, em que é que estou a pensar. Às vezes respondo-lhe, outras  não. Sou uma pessoas que gosta de escrever, falar e de pensar. Faço tudo de um modo muito impulsivo, de coração aberto, deixo-me ir...
Mas, às vezes, ser assim cansa-me. E estou a pensar que devo mudar!

A minha opinião sobre os trabalhos de casa...

Não costumo falar no blogue do meu trabalho. Assim decidi no início e assim tenho tentado fazer (embora, por vezes, me apeteça muito contar as histórias fantásticas que tenho a sorte de partilhar com os meus alunos).
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Gosto muito de ser professora, sou-o há vinte e três anos e tenho a sorte (a média também ajudou) de estar na mesma escola há vinte anos. 
Contextualizada a situação, permitam-me que vos dê a minha opinião sobre os trabalhos de casa. É claro que não pensei sempre da maneira que penso hoje. Confesso, aliás, que já pensei de maneira completamente oposta. Contudo, hoje, vinte e três anos depois de ter começado a dar aulas, com dois filhos em idade escolar, cada vez mando menos trabalhos de casa.
Quando comecei a trabalhar, lembro-me que mandava muitos. Talvez confundisse exigência com o facto de os fazer trabalhar muito em casa e penso que isso era devido (também) à minha insegurança. À medida que o tempo foi passando, fui ficando mais segura nas minhas práticas letivas e fui mandando trabalhos cada vez mais pequenos. No entanto, a grande mudança deu-se a partir do momento em que fui mãe e em que comecei a ver o que crianças em idade escolar trabalhavam.

Fico de coração apertado sempre que vejo o Miguel (está no 7ºano), depois de sete horas de aulas, depois do treino de futebol e de só jantar às nove da noite, ter ainda trabalhos de casa para fazer. Eu compreendo que há disciplinas em que se tem de trabalhar mais, mas custa-me.  
Claro que, sabendo eu em primeira mão o que trabalha uma criança de  oito, dez, doze anos, tinha mesmo de alterar o que pensava há vinte anos atrás. Paralelamente, o contacto que fui tendo com escolas de outros países da União Europeia, acabaram por me dar mais segurança no que eu intuía. 

Então, o que faço hoje?
 Normalmente, só mando um trabalho de casa por semana e são trabalhos que consistem em ler um livro, ver o noticiário, tirar uma selfie com a avó e escrever uma frase ou exercícios para consolidar o que aprenderam.O que também faço com as minhas turmas, no início de cada aula, é apresentar-lhes o que tenho planeado para a aula e dizer-lhes claramente: se estiverem bem atentos à aula (fundamental para o sucesso dos alunos), compreenderão bem a matéria, faremos os exercícios que temos de fazer e não terão trabalhos de casa. Tem corrido bem e os resultados escolares dos meus alunos não têm ficado comprometidos. Na aula, noto-os mais trabalhadores e empenhados e arrisco eu a dizer, mais aliviados!
Hoje, eu penso assim. E, parece-me, tão cedo não vou mudar de opinião.



Eu, os meus sonhos de menina e a minha vida como ela é...

Eu sou a apresentadora!


O sorriso diz tudo, verdade?

A primeira foto é de outubro e ontem mandaram-me a segunda, tirada ainda este novembro. Olho para elas e não deixo de sorrir e pensar " lá estou eu com a mania que sou apresentora!". 
Quem me conhece bem, sabe que eu quando era (mais) pequenina queria ser locutora de televisão. Mais tarde quis ser jornalista, mas foi mais fácil convencer o meu pai a deixar-me ir estudar para fora se fosse para ser professora.
Sou professora, pois. E gosto muito. Contudo, confesso, sabe-me bem, de quando em vez, realizar o meu sonho de menina...

Às vezes tenho a mania #30





Saia, camisola e botas Zara; colar e pulseiras TeGusta


Com o tempo fui aprendendo que, para nos sentirmos bem, não precisamos de, a cada estação, ter roupa nova. Se apostarmos em cores mais neutras, como o cinza, penso que podemos usar e usar que estaremos sempre bem. A saia já tem quatro anos e a camisola também não é de agora, mas com o ar de graça que os acessórios deram, ficou um look limpinho, confortável e apropriado para o almoço de amigos que eu tive ontem. O mais importante: o sorriso, claro!


Olha que lindo!

Vestido laço gola | MANGO
Vestido laço gola | MANGO
Vestido laço gola | MANGO

Neste fim de semana, fugi das lojas, mas este vestidinho da Mango anda a tentar-me online...

O Natal ainda não chegou...

Viseu, dezembro 2015

Revejo fotos. Busco inspiração em sites. Já espreitei as decorações. O Natal, para mim, demora sempre a chegar...

Planos para hoje...

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O que eu tenho a dizer sobre a Black Friday? 

Nada. Hoje o plano inclui um filme ou uma série, pausa para ouvir esta música, mantinha, sofá.

Às vezes até eu me estranho!

Alguém a precisar de lavar a alma?

Imagem do Blogue Cartas à Filo-Sofia

Quando os meus alunos choram, costumo dizer-lhes que chorar faz bem  porque lava a alma. Eu acho que eles não entendem, mas parece-me que ficam confortados (e se eu digo é porque faz bem, acredito que imaginem).
Ontem à noite, parece que era mesmo a minha alma que precisava de ser lavada. Deitei-me com a notícia triste de que o blogue Cartas à Filo-Sofia, que eu adorava ler e cuja blogger eu admiro imenso, iria terminar. Decisões que temos que compreender e respeitar, mas que por egoísmo meu gostaria que não acontecesse. Era um dos blogues mais antigos, dos verdadeiros, sem se importar com marcas ou patrocínios, de uma pessoas inspiradora, real, que poderia ser minha amiga... Fica aqui a minha homenagem sincera e um agradecimento pelos belíssimos posts que escreveu.


Dizia eu que me deitei triste e porque estava sem sono, pus-me a ver este filme.Pois...choradeira certa!


É certo que hoje estou com um bocadinho de sono, mas a minha alma não se pode queixar de não estar bem lavada!

Uma família com esperança- seis meses depois.

outubro 2016

Depois do Luís ter regressado de Angola, como casal também fizemos uma espécie de adaptação. Afinal, durante três anos, quando estávamos juntos era quase sempre em clima de lua de bem e ambos evitávamos discussões porque queríamos aproveitar ao máximo os dias juntos. 
Agora que o Luís está em Portugal há quase seis meses, o que posso dizer é que tivemos dias em que as pequenas coisas do dia a dia nos fizeram resmungar, emburrar , em que discutimos como já não nos lembrávamos... No entanto, nunca deixamos de conversar bastante e sempre soubemos que teríamos de ser fortes e pacientes. 

Sempre soubemos que o máximo seriam três anos separados fisicamente e três anos foram. Três anos em que quase vivi em suspenso... sempre a contar os dias para estarmos juntos. Três anos em que que perdi o meu pai,três tios e uma amiga. Três anos difíceis, mas com muitas memórias boas pelo meio (abraços apertados, as borboletas na barriga sempre que o via sair na porta do aeroporto, nós os quatro a apanhar fósseis no meio do mato em Angola, o Luís a apresentar-nos aos amigos angolanos, as nossas longas viagens de carro a quatro, o coração a rebentar de felicidade quando nos deitávamos os quatro na cama a dizer palermices...).

Como escrevia há pouco, a vida agora corre. Não é perfeita, tal como nós não somos. Profissionalmente, o Luís não está realizado como quer estar... Contudo, apesar de termos dias em que estamos mais em baixo, ambos somos positivos e acreditamos que melhores dias virão.
A vida corre e acredito que, quando o nosso homem não se importa de, ao final de um dia cansativo,  dançar connosco (mesmo estando eu de nariz vermelho, grandes olheiras e com um casaco de lã que já viu melhores dias) a vida tem tudo para correr bem!



Há coisas que não mudam...

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Tenho dias em que acredito que o nosso destino já está escrito, como se nós só andássemos por aqui a viver um guião que algo ou alguém mais poderoso escreveu.
Tenho outros dias em que tenho a certeza que é cada um de nós que escreve o seu próprio destino, com as opções que toma, com os caminhos que decide percorrer.
Tenho dias em que sou sim. Tenho dias em que sou não.
Tenho dias em que sou tons cinzento e outros em que sou arco-íris.
Tenho dias em que sei o que quero de maneira absoluta. Tenho outros em que sou um-dó-li-tá.

A vida não é feita de verdades absolutas, mas confesso que esta minha maneira de ser até a mim me cansa.
E perguntam vocês, curiosos, Não passa com a idade?
E,  agora sem indecisões, eu respondo: Não.

Escrevi este post há cinco anos. Poderia escreve-lo hoje.

Para enfrentar a segunda-feira com humor!

Contei aqui que tinha passado o sábado em filmagens e com outfit sixties. Esqueci-me foi de um pormenor importante: estava frio e o vestidinho era de verão. 
De modo que hoje vim trabalhar constipada, fanhosa, com dor de garganta e tosse. E só rever este vídeo pela manhã é que me deixou mais bem disposta. Bom dia!

A minha vida como ela é e os sixties...

Os anos em que o Luís esteve em Angola roubaram-me um bocadinho de tempo para eu fazer coisas de que eu gosto. Foi uma fase e ambos sabíamos que iríamos os dois de ter de abdicar do nosso tempo para que a família (principalmenete os nossos filhos) não se ressentisse. E correu tudo bem.
Contudo, agora que voltei a ter mais tempo para mim é que vejo como há atividades que me fizeram falta.
Hoje, entre amigos de anos, filmagens e palermices, estou a matar algumas dessas saudades. E, como o mote são os anos sessenta, o outfit de hoje é este:



Roupinha do armário de casa, blusa emprestada e muita laca!

Eu e o tabaco...a minha decisão.

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Faz agora treze anos que não toco num cigarro. A verdade é que eu durante o dia não fumava muito, mas à noite e em festas com amigos fumava sem dar conta. Nas minhas três gravidezes anteriores, mal sabia que estava grávida parava. Contudo, recomeçava sempre.
Aos trinta e quatro anos, na gravidez do Miguel, decidi, como sempre, que iria deixar de fumar, mas comecei-me a mentalizar para não voltar a tocar num cigarro mesmo depois da criança nascer. 
E não voltei. Continua a apetecer-me muitas vezes  (então quando estou mais ansiosa ou depois de um belo jantar...ui!), mas não quero mesmo voltar a ficar dependente e sei que não posso mesmo voltar a acender um cigarro.

Ninguém me disse para o fazer. E também não estou aqui para vos dizer que larguem o tabaco... Vocês decidem. Eu decidi deixar e ponto final (um dia de cada vez).

Sei o mal que faz à saúde. Sei o dinheiro que poupo. Sei que a pele de uma mulher que fuma é muito mais envelhecida. Não quero mais ter hálito a tabaco. Não quero voltar a cheirar a cigarro. Não quero ter dentes de fumadora...
Sei o que não quero, mesmo que, tantas vezes (como agora) me continue a apetecer um cigarrinho...