O dia da mãe e eu...

Tenho andado mais ausente da blogosfera, mas prometo voltar. A verdade é que, por mais que eu tenha a mania de que consigo fazer tudo, não consigo. Muito trabalho, apoio aos meninos, muitos quilómetros a andar de um lado para o outro no vai-buscar-vai levar-garotos-aqui-e acoli, uma enxaqueca chata que me moeu a semana inteira. 

Sinto muitas vezes a falta dos momentos em que eu era mais ativa na blogosfera, tenho mil palavras na cabeça à espera se serem escritas, mas o tempo tem-me fugido, tenho vontade de fazer comentários e descobrir novos blogues e culpo-me por existirem emails à espera de resposta. Vou tentar...nem que seja no mês que passarei em Angola (e como eu anseio por ele).

Hoje, dia da mãe, sinto muito a falta do pai dos meus filhos. Mas sei que tenho toda a sorte do mundo por ter os meus meninos comigo (e eles também têm sorte por ter a mãe com eles) e por ainda ter a minha mãe comigo. Agradecer este tanto nunca será demais...
Para além disso, os mimos que recebi logo pela manhã, ainda me deixaram mais feliz. Porque a verdade (também) é esta: eu adoro ser mimada!


Um lenço lindo que o Luís comprou sem eu saber e que deixou num local secreto para os meus rapazinhos me oferecerem...


Um presente que eu dei uma pista e que chegou pelo correio, mas que só abri hoje...

Um poema que me fez sorrir muito e que eu amei (e não, não sou eu que tenho o próximo Fernando Pessoa em casa:).




2 comentários :

  1. Com sete anos, Fernando Pessoa escreveu o seu primeiro poema, por sinal, dedicado à mãe:
    À Minha Querida Mamã
    Ó terras de Portugal
    Ó terras onde eu nasci
    Por muito que goste delas
    Ainda gosto mais de ti.


    Não me parece muito superior ao poema que li ;-) Quem sabe, quem sabe :-D

    Com um ramo de :-)

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