À procura das melhores armas

No sábado passado fui ver o Joy com a Jennifer Lawrence. À medida que o tempo passava parece que o filme se ia entranhando. Não é filme de gargalhadas ou choros fáceis, mas para mim é um filme cheio de mensagens que perduram (a relação dela com a avó, os sonhos e as dificuldades, o querer e o acreditar em nós próprios...).
 De certeza que haverá  alguém a chamar a isto filosofia barata, mas eu acredito que alguém "a martelar-nos" a cabeça com frases e exemplos que nos põem para cima, não nos pode fazer mal nenhum. Depois, o passar à ação, depende, entre outros fatores, de nós próprios. Mas levantar a cabeça e acreditar  já é um bom início!





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