Adeus, Ana...ou como a vida ser injusta-parte II


Há dois anos escrevi aqui um dos posts mais tristes e mais difíceis. Hoje, volto a tocar no assunto porque há mesmo muita coisa que eu sinto e sinto que tenho de escrever ...

A Ana partiu e a vida prosseguiu. É sempre assim, não é? A Ana deixou/deixa uma marca fortíssima em nós e o amor que ela deu aos seus meninos foi tanto que, não tenho dúvida, eles o sentem até hoje. Continuo próxima deles (principalmente do rapazinho que tem a idade do Gonçalo) e, a cada vez que os vejo, tenho vontade de os apertar nos meus braços. Contudo, contenho-me, faço-lhes uma festinha no cabelo e tento mostrar-lhes que podem sempre contar comigo.
E o que dizer do Miguel? Um pai que admiro muitíssimo, que faz tudo pelos seus filhos, que aprendeu o que não sabia, que é uma pessoa tão boa como já não existem muitas...


Está um dia triste, como esteve a 12 de outubro de 2014. Passaram dois anos. Está tudo bem, querida Ana. O teu grande exemplo de vida está sempre na nossa mente. Os teus pais sofrem, é certo. A tua família sente-te a falta. Contudo, tu estás com eles. Estás comigo. Estás com cada um que te conheceu.
Continua a descansar em paz, sim?

3 comentários :

  1. Ela está a olhar por todos. Tenho a certeza! :)

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  2. É preciso ter um horizonte alargado para ver as coisas assim! Gostei muito!

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