Uma mulher comum e o poder da maquilhagem

Conheço o meu corpo, sei das minhas rugas, das manchas no meu rosto, das minhas imperfeições. Sei também o que me distingue, sei que gosto do verde dos meus olhos e da minha boca. Tenho dias em que a cara anda apenas lavada, mas na maioria dos dias não esqueço a base, o lápis e o rimel nos olho e  o blush. Contudo, sou eu que eu escolho. 
Aos 46 anos, sinto-me mais confiante com maquilhagem, mas antes de a pôr sei que tenho de me conhecer, aceitar-me como  sou e gostar de mim independentemente do que os outros pensam (mas tenho dias). 
Cada mulher é livre de andar como quer ( ok, talvez o protetor solar e o creme hidratante sejam mesmo importantes), mas o fundamental mesmo é verem-se ao espelho, sorrirem, aceitarem-se e depois...escolherem.

Para que conste, esta é a transformação que a maquilhagem pode ter numa mulher comum (sem filtros nem photoshop).


Eu, no sábado de manhã, depois de cinco horas dormidas  (eu sei, muito pouco), de cara lavada e acabada de acordar.


Depois de me maquilhar, nada de muito carregado... bbcream, base, blush, lápis, rimel, creme labial (muitas vezes uso vaselina) e baton nude...


E já pronta para sair... Já repararam como um lenço de seda ( e o meu tem anos) pode dar um ar de graça?


Repito: nós escolhemos. E, como diz a canção Try da Colbie Caillat, não vale sofrermos por aquilo que não somos nem querer sermos outras pessoas para agradar aos outros. Vale sim, sermos nós a  escolher o que queremos e gostar muito de nós. É o que ando a tentar pôr em prática...





2 comentários :

  1. Muito, muito bonita, com ou sem maquilhagem. Gostava de ganhar hábitos, mas sou muito preguiçosa para tudo o que vá além do BB cream com protector.

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