Das férias...o que menos gostei...

Estivemos pela última vez no Cabo Espichel há cerca de vinte anos. Éramos namorados e voltámos agora com os nossos filhos. Esperávamos que o local que nos tinha fascinado estivesse mais bem cuidado. Puro engano. A paisagem continua a ser impressionante, mas o esquecimento ( desprezo?) a que o local está votado deixa um nó na garganta.

Eu não queria mostrar aos meus filhos um país que esquece a sua história, mas como diz o sábio povo, e para minha ( nossa)  grande tristeza, este é o país que temos... 






7 comentários :

  1. Tal como diz o cartaz é mesmo urgente dignificar a história que por cá anda... e deixa-me que te diga eu chego a este mês e fico pelos cabelos com a "porcalhice" do povo... agora lembrei-me por ver as mebalagens de iogurte nessa janela. Muita gente porca que por aí anda, chiça...

    ResponderEliminar
  2. é trite e agora, com a falta de dinheiro, as câmaras e o Igespar não tem reabilitado nada!

    ResponderEliminar
  3. Infelizmente este não é o único local que está votado ao esquecimento. É pena porque sítios assim mereciam não ter caído no esquecimento!

    ResponderEliminar
  4. Também passei por lá estas férias, um desolo! Tão degradado, nada tem explicações... é pena!

    ResponderEliminar
  5. que tristeza mesmo. Deves ter ficado perplexa e sem palavras perante os teus filhos. Um desgosto, a meu ver.

    ResponderEliminar
  6. É mesmo muito mau... este fim de semana estive no Alentejo, num hotel, a dormir precisamente no edifício que servia de albergue aos peregrinos. A capela lá está, cuidada, aberta, com uma pessoa a tomar conta.
    A diferença? Todos os edifícios pertencem a uma herdade privada...
    Mas, enquanto lá estava, pensava imenso nesse espaço do Cabo e no seu potencial turístico. Aí à volta existem imensas pegadas de dinossauros, o Meco, locais para caminhadas

    ResponderEliminar
  7. Meu Deus, que crime!! Fazes muito bem em divulgar isto, ver se o alerta chega a quem de direito... Já sabemos que "desleixo gera desleixo" e o Estado, mesmo sem fundos, tem que pelo menos assegurar que o espaço não se deteriore ainda mais e seja minimamente zelado (pelo menos limpo...)

    ResponderEliminar