2013 - dias difíceis de uma família vulgar

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Hoje foi o dia em que tivemos de explicar aos miúdos a situação difícil que estamos a passar aqui por casa. A saber: salários em atraso, sair ou não da empresa, decisões a tomar. Nada que eles não tenham já visto no noticiário, que foi, aliás, por onde começámos.

Gonçalo, o mais velho, apoiou todas as decisões, prontificou-se a ficar sem Meo (mas aposto que respirou aliviado quando lhe dissemos que ainda não era preciso) e pareceu compreender tudo o que lhe foi dito. O Miguel já reagiu de forma diferente: queria que o pai fizesse greve, que protestasse mais, que exigisse os seus direitos sem medos. Notámos também que estava aflito  e resolvemos dar o assunto por terminado, mas não sem antes lhe dizermos que estavamos unidos e que ia correr tudo bem.

E vai correr tudo bem.

5 comentários :

  1. Querida Sofia, que ma noticia... cada vez me aflige mais esta crise e me da um medo danado... esta ano ja tenho duas amigas a emigrar, um tio arquitecto super talentoso a querer emigrar tambem, um pai e um sogro a segurarem os negocios pelas pontas, uma mae tambem professora como tu, uma irma com trabalho precario... uma tia recem desempregada... enfim tantas pessoas que me sao queridas em situacoes dificies. É muito dificil ter esperanca neste cenario... so espero que voces ultrapassem unidos esta fase.

    Um beijinho muito grande!

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  2. Vai tudo correr bem. Há que ter esperança :)

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  3. Sofia,
    Os tempos estão difíceis. Por vezes são necessários ajustamentos, mas o importante é mesmo o serem unidos.
    E por isso vai correr tudo bem!

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